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Bioestimulador de colágeno vale a pena? Para quem e quando

Vale a pena para quem tem flacidez leve a moderada e prefere uma evolução gradual. O bioestimulador faz o organismo produzir colágeno novo ao longo das semanas, em vez de repor volume no mesmo dia. Quem espera um efeito imediato costuma se frustrar, e a avaliação serve para separar um caso do outro.

O que o bioestimulador faz

O bioestimulador de colágeno é um injetável que estimula o próprio organismo a produzir fibras novas de colágeno. O colágeno é o que dá sustentação e firmeza à pele, e a produção natural diminui com o tempo. A flacidez vem daí.

O produto age na causa. Em vez de ocupar espaço, ele provoca uma resposta do organismo, que passa a fabricar colágeno na região tratada ao longo das semanas seguintes.

Por isso a pele ganha sustentação e qualidade aos poucos. A mudança é discreta e progressiva, e as pessoas ao redor costumam notar que a paciente está bem, sem saber dizer o que mudou.

A diferença para o preenchimento

O preenchimento devolve volume no mesmo dia, com ácido hialurônico. Ele é indicado quando falta volume em uma área específica, como lábios, olheiras ou o contorno da mandíbula.

O bioestimulador leva semanas para responder e não repõe volume de imediato. Ele é indicado quando o problema é a qualidade e a sustentação da pele, mesmo com o volume preservado.

Em boa parte dos planos, os dois se complementam. O preenchimento resolve o que precisa de volume agora, e o bioestimulador trabalha a firmeza ao longo do ano. A ordem em que entram é decidida na avaliação.

Quanto tempo demora para ver resposta

A resposta é gradual. Ela costuma ficar perceptível ao longo dos primeiros dois a três meses, conforme o colágeno novo é produzido. Não há mudança visível no dia da aplicação além do inchaço inicial.

O número de sessões varia com o grau de flacidez e com o bioestimulador escolhido. Protocolos com mais de uma sessão são comuns, e o número é definido na avaliação, antes de a paciente decidir.

A manutenção periódica é indicada caso a caso. Como o colágeno produzido é da própria pessoa, a evolução se mantém por um bom período, e a consulta de retorno é o momento de avaliar quando repetir.

Para quem ele é indicado, no rosto e no corpo

Para flacidez leve a moderada no rosto e também no corpo, como pescoço, braços, abdômen, glúteos e coxas. Para quem percebe que a pele perdeu firmeza sem ter perdido volume. E para quem prefere uma mudança discreta, que acontece ao longo das semanas, em vez de um rosto diferente de um dia para o outro.

Em flacidez mais acentuada, o bioestimulador pode não ser suficiente sozinho. Nesses casos, o Dr. Gabriel explica o que ele consegue fazer e o que não consegue, e a paciente decide com essa informação.

Ele também entra em planos de quem já faz botox e preenchimento e percebe que, com o tempo, a pele em si perdeu firmeza. Nesse caso o bioestimulador trabalha a base sobre a qual os outros procedimentos agem.

A mesma lógica vale fora do rosto. Pescoço, braços, abdômen, glúteos e coxas são áreas em que a pele perde firmeza com o tempo, com o emagrecimento ou depois da gestação, e onde o bioestimulador é usado para devolver sustentação.

No corpo, a quantidade de produto e o número de sessões costumam ser maiores, porque a área é maior. O protocolo é definido na avaliação, com o mesmo critério do rosto. Primeiro se identifica o grau de flacidez, depois se escolhe o produto e a quantidade de sessões, e só então se fala em valores.

O inchaço e a sensibilidade dos primeiros dias também acontecem no corpo, e a rotina é retomada no mesmo prazo do rosto, em um ou dois dias.

Como é a aplicação e a recuperação

Na avaliação, o Dr. Gabriel identifica o grau de perda de colágeno e escolhe o bioestimulador e o protocolo. A aplicação é feita em consultório, com anestesia tópica quando necessário, e o desconforto costuma ser leve.

Pode haver inchaço ou sensibilidade no local por alguns dias. A rotina é retomada em um ou dois dias na maioria dos casos.

Como a resposta é gradual, a paciente é orientada a não procurar mudança no espelho na primeira semana. A comparação que faz sentido é entre o antes e o terceiro mês, e por isso a consulta de retorno é marcada com esse intervalo em mente.

Como decidir se vale a pena para o seu caso

A resposta depende de duas coisas. A primeira é a causa da queixa, se é falta de volume ou falta de sustentação. A segunda é a expectativa de prazo, se a paciente quer ver mudança agora ou aceita uma evolução ao longo dos meses.

Essas duas respostas saem da avaliação. O Instituto Marzola fica na Chácara Santo Antônio, zona sul de São Paulo, e a avaliação com o Dr. Gabriel não é cobrada. Ela dura cerca de uma hora, termina com o plano e os valores por escrito, e pode ser agendada pelo WhatsApp.

Quer saber se é o seu caso? A avaliação com o Dr. Gabriel não é cobrada e leva cerca de uma hora.

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Dúvidas comuns

Perguntas sobre o tema

Bioestimulador é o mesmo que preenchimento?

Não. O preenchimento repõe volume na hora, com ácido hialurônico. O bioestimulador faz o organismo produzir colágeno novo ao longo das semanas e trata a causa da flacidez. Em muitos planos os dois se complementam.

Em quanto tempo o bioestimulador aparece?

A resposta é gradual e costuma ficar perceptível nos primeiros dois a três meses. O efeito é discreto e progressivo, e a manutenção é definida caso a caso na consulta de retorno.

Quantas sessões de bioestimulador são necessárias?

Varia com o grau de flacidez e o produto escolhido. Protocolos com mais de uma sessão são comuns. O número exato é definido na avaliação, junto com os valores, antes de a paciente decidir.

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