Agendar avaliação

Blog · Dr. Gabriel Marzola · CROSP 138.249

Por que dentista faz harmonização facial, e o que muda no plano

O cirurgião-dentista estuda a anatomia da face inteira na graduação, e a harmonização orofacial é reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia como especialidade. No Instituto Marzola, quem faz a harmonização é o mesmo profissional que cuida da mordida e das cirurgias da face, e isso muda a ordem em que o rosto é examinado.

A face é o campo de trabalho do cirurgião-dentista

A dúvida é frequente, e a resposta está na formação. O curso de odontologia é um curso sobre a face. Ossos da maxila e da mandíbula, musculatura da mastigação e da expressão, nervos, vasos e articulação da mandíbula fazem parte do estudo desde os primeiros anos.

A harmonização orofacial é reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia como especialidade odontológica. O cirurgião-dentista que atua nela tem formação específica para isso, e o registro no CRO do estado pode ser consultado por qualquer pessoa.

A formação cirúrgica acrescenta uma camada a esse exame.

O que a formação buco-maxilo-facial acrescenta

A Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial é a especialidade que opera os ossos e os tecidos da face. Fraturas, dentes inclusos, cistos, correções ósseas e preparo para implantes passam por ela.

Quem se forma nessa área aprende a ler o rosto de dentro para fora. Primeiro a estrutura óssea, depois a musculatura em movimento, depois a pele. É a mesma ordem que o Dr. Gabriel usa na avaliação de harmonização. Ele examina o osso e o músculo antes de pensar em qualquer produto.

Isso pesa em áreas como o contorno da mandíbula e o queixo, onde o desenho começa pela estrutura que existe embaixo da pele.

Também pesa na segurança. Quem opera a face conhece o trajeto dos nervos e dos vasos, e leva esse mapa para a aplicação de qualquer injetável.

O que a formação de biomédico esteta acrescenta

O Dr. Gabriel também é biomédico esteta. Se a formação cirúrgica entra na leitura da estrutura, a formação em estética entra na hora de decidir onde e quanto aplicar. É ela que trata da proporção, da luz e da sombra no rosto, e do que faz um resultado parecer da própria pessoa.

As duas formações se completam. Uma responde o que existe embaixo da pele e o que pode ou não ser feito ali. A outra responde como o rosto vai ser lido de fora, no espelho e nas fotos.

Na avaliação, as duas leituras acontecem na mesma consulta, depois de o Dr. Gabriel ouvir o que a paciente deseja para o próprio rosto.

Mordida e contorno do rosto têm relação

A mordida influencia o contorno do rosto. O terço inferior da face, do nariz ao queixo, é sustentado pelos dentes e pelo osso ao redor deles. Quando um dente é perdido e não é reposto, o osso daquela área diminui com o tempo, e a estrutura por baixo da pele muda.

O mesmo vale para os músculos. Quem range ou aperta os dentes com força costuma ter o masseter, o músculo da mastigação, mais desenvolvido. Isso altera a largura do rosto na altura da mandíbula, e a toxina botulínica nesse músculo é um dos pontos em que odontologia e harmonização se encontram.

Um preenchimento aplicado sem entender o que está embaixo não se sustenta. O produto entra por cima de uma estrutura que continua mudando.

O que muda no plano quando as duas áreas ficam no mesmo lugar

Quando o dentista e o profissional de harmonização são a mesma pessoa, o plano considera a boca e o rosto ao mesmo tempo. A ordem das etapas passa a fazer sentido.

Um exemplo. A paciente que perdeu dentes e sente o rosto mais caído pode precisar primeiro de uma reabilitação com implante ou prótese, e só depois de preenchimento no terço inferior. Fazer na ordem inversa é aplicar produto sobre uma base que vai mudar.

Outro exemplo. Quem tem bruxismo e procura contorno de mandíbula pode ter na toxina no masseter uma parte da resposta, e essa indicação é avaliada junto com a mordida. O histórico fica em um único lugar, e a paciente não recomeça a explicação em outro consultório.

Quem é o Dr. Gabriel Marzola

O Dr. Gabriel Marzola é cirurgião-dentista, CROSP 138.249, especialista em Harmonização Facial e em Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Facial, além de biomédico esteta. São mais de 8 anos dedicados à harmonização facial e mais de 10.000 ml de preenchimento aplicados.

Fora do consultório, ele também ensina harmonização facial a outros cirurgiões-dentistas na mentoria do Instituto.

O Instituto Marzola nasceu na Chácara Santo Antônio, zona sul de São Paulo, para reunir odontologia e harmonização facial no mesmo endereço. A avaliação com o Dr. Gabriel não é cobrada, olha a boca e o rosto na mesma consulta e termina com um plano único, por escrito. O agendamento é pelo WhatsApp.

Quer saber se é o seu caso? A avaliação com o Dr. Gabriel não é cobrada e leva cerca de uma hora.

Agendar avaliação pelo WhatsApp Conhecer o Instituto e o Dr. Gabriel

Dúvidas comuns

Perguntas sobre o tema

Dentista pode aplicar botox e preenchimento?

Pode. A harmonização orofacial é reconhecida pelo Conselho Federal de Odontologia como especialidade, e o cirurgião-dentista com essa formação está habilitado a aplicar toxina botulínica, preenchimento e bioestimuladores na face.

Preciso tratar os dentes antes de fazer harmonização?

Depende do caso. Quando a queixa estética tem relação com a mordida ou com dentes perdidos, a ordem das etapas importa, e a reabilitação pode vir antes. Na avaliação, o Dr. Gabriel examina a boca e o rosto e apresenta a sequência.

A avaliação olha a boca e o rosto na mesma consulta?

Sim. A avaliação no Instituto Marzola é uma consulta de cerca de uma hora em que o Dr. Gabriel ouve o que a paciente quer melhorar, examina a estrutura óssea, a musculatura e a mordida, e monta um plano único com os valores por escrito.

Leia também

Ligar Agendar no WhatsApp